terça-feira, 25 de setembro de 2012

MOINHO


"Quando a cascata de vento sacudia.a porta e o teto de vidro fino soava em dó.minha pele me dizia baixo.o que os meus olhos viam um só.prédios e casas.nuvens e um resto de sol.formavam asas em dias nublados.arrancavam casas e seus telhados em um só.Instante...fragmento de segundo.tempo em um pisco de pálpebras.aquilo era bem maior.levantando ondas, braços...um nó de vento.que assoviava alto.como a voz de Deus.ressoando ao vale de pedras negras...eu me trancava.dentro de mim.e de todo aquele vazio que me cercava.eu me trancava.dentro de mim.e no vazio que me cercava.eu via o sol... "

assis.thiago

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